sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Museu da Cachaça em Tupã

O Museu da Cachaça, situado na cidade de Tupã (514 km da capital paulista), foi recentemente reformulado e dobrou de tamanho. Entre as novidades estão novas peças e uma série de seções divididas por temas.

O objetivo da reforma foi abrir espaço para que peças que antes ficavam apenas guardadas passassem a ser expostas ao público. O local, que é mantido pela Água Doce Cachaçaria, tem quase 1.000 m2 de área e é dividido em quatro ambientes.

O primeiro é dedicado à história da cachaça. Nesta sala, é possível ver de perto réplicas de cartas do período no qual o Brasil viveu a escravatura, além de painéis cronológicos que contam a história da bebida. A seção também abriga peças de engenho e reportagens curiosas sobre a cachaça.

No segundo ambiente, batizado de "coleção de cachaça", estão expostas mais de duas mil garrafas. O terceiro conta a história da empresa que mantém o local; já o quarto e último trata da relação da bebida com as "paixões nacionais": futebol e samba. No espaço estão reunidos painéis fotográficos, coleção de camisetas, garrafas e peças antigas.

Museu da Cachaça - r. Nhambiquaras, 385, Vila Aviação, Tupã, SP. Tel.: 0/xx/14/3441-2321 ou 0/xx/11/3441-4337.

domingo, 26 de dezembro de 2010

As Monções e a Cachaça Artesanal Paulista

Após a Guerra dos Emboabas, os paulistas, impossibilitados de explorar o ouro de Minas Gerais, passaram a buscar novas zonas de mineração, descobrindo-as nos atuais estados de Mato Grosso e Goiás.

Em 1719, a bandeira de Pascoal Moreira Cabral, subindo o rio Cuiabá à caça de índios, encontrou ouro nas margens do rio Coxipó-Mirim e, em1725, a bandeira de Bartolomeu Bueno da Silva descobriu ouro em Goiás.

A descoberta de ouro na região marcou o início das monções, expedições fluviais regulares que faziam a comunicação entre São Paulo e Cuiabá.

A palavra "Monção" era usada pelos portugueses para denominar os ventos periódicos que ocorriam na costa da Ásia Meridional. Esses ventos, que durante seis meses sopram do continente para o Oceano Índico e nos seis meses seguintes em sentido contrário, determinavam a saída das expedições marítimas de Lisboa para o Oriente.

Na Colônia, as expedições que utilizavam as vias fluviais foram chamadas de monções, não por causa dos ventos, mas por se submeterem ao regime dos rios, partindo sempre na época das cheias (março e abril), quando os rios eram facilmente navegáveis, tornando a viagem menos difícil e arriscada.

As monções partiam das atuais cidades de Porto Feliz e Itu, navegando pelo rio Tietê, levando em média cinco meses até alcançar as minas de Cuiabá.

No início as monções transportavam paulistas para as minas cuiabanas, mas logo tornaram-se expedições de abastecimento, isto é, bandeiras de comércio, levando mercadorias para as zonas mineradoras. A população das minas necessitava adquirir tudo que precisava, pois só estava interessada em achar ouro e enriquecer rapidamente.

A viagem era difícil devido às inúmeras corredeiras, febres, insetos venenosos, piranhas e, principalmente, ataques de índios. As canoas eram construídas à maneira indígena, cavadas em um só tronco e muito rasas.

As maiores chegavam a transportar até 300 arrobas de carga, e com o tempo receberam toldos para evitar que as provisões se estragassem. A tripulação era formada pelo piloto, pelo proeiro e por cinco ou seis remadores que remavam em pé como os índios. A carga ficava no centro da canoa, os tripulantes na proa e os passageiros na pôpa. Navegavam entre 8 horas da manhã e 5 da tarde, quando embicavam as canoas nos barrancos dos rios, armando acampamentos.

Nas provisões, carregavam os alimentos essenciais, como feijão, farinha de mandioca ou de milho, a tradicional Cachaça Artesanal transportada em barris de madeira, e também recorriam à pesca, aos palmitos, frutos e caça.

Com o tempo, por medida de segurança, as viagens passaram a ser feitas em grandes comboios. O número de canoas e pessoas num comboio variava , mas sabe-se que um dos maiores, o do governador de São Paulo, D. Rodrigo César de Menezes, partiu de Porto Feliz com mais de 300 canoas e cerca de 3.000 pessoas.

No retorno, um tiro de arcabuz (Antiga arma de fogo), marcava a volta de cada "Monção", acordando o povoado e seus moradores. Era a hora de rever os parentes que retornavam e de receber notícias daqueles que ainda estavam nas minas de Cuiabá.

Começava então, a descarga dos Batelões no Porto. Logo Araritaguaba, antes quieta e pobre, tornava-se movimentada e rica, com o ouro minerado que corre como dinheiro.

Apesar do caráter eminentemente exploratório das "Monções", um importante papel lhes foi reservado na história: o de desbravar e alargar as fronteiras brasileiras, provocando a integração entre várias regiões.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Cachaça Campanari: duas medalhas de prata no 4º Concurso da Cachaça realizado durante o VIII Brazilian Meeting on Chemistry of Food and Beverages

Cachaça Campanari: duas medalhas de prata no 4º Concurso da Cachaça realizado durante o VIII Brazilian Meeting on Chemistry of Food and Beverages na cidade São Carlos, SP (2010), nas categorias descansada e envelhecida.


O alambique de Neno Campanari fica numa estrada de terra no bairro da Barra, um pouco antes da entrada principal da cidade. Ele representa a terceira geração da família na produção de cachaça. Tudo começou em 1932 com o avô Luigi Campanari. Ele era italiano e trouxe da Europa o conhecimento do processo de produção de vinho e grapa, a bebida destilada da uva. Na época a moagem da cana era feita através de um moinho d’água e o transporte era feito em lombo de burro.

Hoje muita coisa mudou, com o surgimento de novos materiais e tecnologia, mas a base da produção continua a mesma, totalmente com produtos naturais. A tradição familiar continuou com o pai de Neno, Adolfo Campanari. Neno Campanari é o responsável por todos os processos na produção, desde o plantio da cana, a limpeza, a moagem, a fermentação, a fervura, a destilação, o armazenamento em tonéis e o engarrafamento. Campanari cultiva dois alqueires de cana e diz que as cachaças têm um sabor próprio da região, porque são feitas com variedades locais, como a cana roxinha e a cana branca. Para ele, o grande segredo para uma boa cachaça é a dedicação. “Tem que gostar do que faz. São muitos detalhes, que começam com a limpeza manual da cada cana, porque as impurezas influem na fermentação e no sabor final da bebida”.

A sua produção diária é uma média de 35 litros, totalizando cerca de mil litros por mês. As vendas acontecem na sede da associação no centro de Monte Alegre e no próprio sítio, para os turistas que visitam o alambique e querem conhecer como se faz uma pinga artesanal. Premiada nos últimos concursos nacionais de cachaça promovidos pela Universidade de São Paulo (o Concurso de Qualidade da Cachaça, dentro do evento Brazilian Meeting on Chemistry of Food and Beverages), a pinga artesanal é uma das mais antigas de Monte Alegre do Sul. Produzida desde 1932 pelo avô de Neno, o italiano Luigi Campanari, a receita acabou sendo repassada para vários descendentes, que montaram outros alambiques na região. As fotos dessa saga familiar estão na simpática lojinha, que expõe barris de carvalho.

Cachaça Paulista: Mazzaropi

A cachaça, também conhecida como pinga, sempre esteve presente na vida do caipira. Antigamente, ela era feita dentro de casa para consumo próprio. Dizem que, nessa época, as donzelas e rapazes mais novos não conseguiam tomar a bebida, frequentemente misturada com limão, por ser muito forte. Então adicionavam também açúcar. Por isso, os homens mais rústicos diziam que os frangotes tomavam bebida das "caipirinhas", referindo-se às moças. Assim nasce a Caipirinha, o drink brasileiro mais famoso do mundo, feito de cachaça com limão, açúcar e gelo. Graças ao aumento de seu consumo, a cachaça passou a ser encontrada em todas as regiões do Brasil, em todas as classes sociais. Isso exigiu um aprimoramento de sua produção, desde o cultivo da cana-de-açúcar até sua maturação correta, resultando em exemplares de excelente qualidade que agradam aos paladares mais exigentes e refinados. Hoje a cachaça é apreciada inclusive por estrangeiros, apaixonados pela bebida que é a cara do Brasil.

Nesses mesmos moldes, começando com uma produção para subsistência e passando a maior escala na medida em que sua popularidade aumentava, é feita a Cachaça Mazzaropi. Sua produção começou despretensiosa, caseira, apenas para consumo interno. Por ser um produto tão bom e graças à ótima aceitação dos hóspedes, que queriam presentear amigos e parentes ou levar a cachaça pra casa, a fabricação tomou maiores proporções e ela passou a ser comercializada. Ela é produzida artesanalmente, com o cuidado e o tempo necessários para se obter um produto de qualidade, cuidado que começa com a seleção da cana e se estende à colheita e à fermentação, feita sem adição de substâncias químicas. Descartados o início e o fim da destilação, somente o "coração" da cachaça vai para o descanso para conferir a ela cor, aroma e sabor inigualáveis. Ela é envelhecida em tonéis de madeira de carvalho de pequeno volume (200l) por, no mínimo, 18 meses, em ambiente com umidade controlada, no próprio Hotel Mazzaropi.

Amácio Mazzaropi foi um dos mais importantes cineastas brasileiros. Empreendedor, trabalhou em 34 projetos desde a década de 50, quando também criou a PAM filmes, um dos maiores estúdios da América Latina. Da produtora e distribuidora saíram enormes sucessos de público e bilheteria. Hoje, no mesmo local funciona o Hotel Fazenda Mazzaropi e o Museu Mazzaropi, uma área de 1200m2 onde se guarda com carinho as lembranças desse visionário artista, resgatadas e administradas pela família Roman.
Muitos de seus filmes foram estrelados por seu personagem de maior sucesso, o Jeca Tatu, criação de Monteiro Lobato interpretada pelo próprio cineasta. O Jeca simbolizava o homem rural abandonado pelos poderes públicos, que trabalhava na lavoura e vivia uma vida muito simples, trazendo à tona várias questões sociais como a saúde e a política de terras. Seus momentos de lazer eram poucos, a diversão era se reunir pra contar "causos", histórias muitas vezes inventadas, ou tocar moda de viola, sempre tomando cachaça.

A Cachaça Mazzaropi participou, em 2008, do III Concurso de Avaliação da Qualidade da Cachaça, realizado pela Universidade de São Paulo. Foram julgados critérios como a pureza, o aroma, a cor e o prazer que ela proporciona ao paladar. Nesse teste de satisfação, a Cachaça Mazzaropi ficou em terceiro lugar, uma posição privilegiada entre as melhores do Brasil, send que em 2010 ganhou a medalha de prata pelo 2ª colocação na categoria envelhecida.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Turismo Rural: profissionalismo para ser bem sucedido.

O turismo Rural é mais uma opção para proprietários de terras que queiram investir nesse ramo do agronegócio. Para ingressar na área, é importante estar atento a algumas particularidades exigidas para o sucesso da atividade. Uma ajuda extra é a propriedade estar inserida em algum circuito já voltado para o turismo ou com vocação natural, como a região serrana e o circuito das águas, e a existência de atrativos naturais, como cachoeiras, trilhas, uma bela paisagem natural. Uma boa rede hoteleira também costuma ajudar e oferecer suporte à divulgação.

Além desses fatores, ferramentas importantes para os interessados são as capacitações oferecidas nessa área, tanto pela CATI, como pelo Senar. “Todos os que ingressaram e estão tendo sucesso, passaram por capacitação para a gestão do agronegócio: receber visitantes; montar uma agroindústria artesanal, como queijarias, estar apto a oferecer pães, bolos, doces, geléias feitas na roça, com o sabor da culinária caipira, estão entre os cursos oferecidos.“É importante o produtor não perder o foco. Quem procura turismo rural quer vivenciar a vida no campo, experimentar seus sabores, ter uma atividade genuína como uma cavalgada, um leite ao pé da vaca, coisas do dia-a-dia de quem vive no campo. Conversar, contar “causos”, ter disposição para servir, estar atento à curiosidade daqueles que vivem realidades diferentes são dicas de sucesso, ensina o eng. agr. Ricardo Moncorvo, da Casa da Agricultura de Amparo, especialista nessa área.

Queijo e vinho: uma parceria que atrai turistas

Em Serra Negra o turismo rural está em ascensão e alguns proprietários começam a se associar para oferecer mais oportunidades a quem visita a região rural. É o caso da rota do queijo e vinho, onde os proprietários do Sítio Chapadão oferecem os mais variados tipos de queijo, desde os mais comuns, como frescal e minas padrão, aos finos ou diferenciados como o boursin, o trabalhoso parmesão que tem que ser virado e revirado até chegar ao ponto, ou com sabores inusitados como saint paulin com sabor whisky ou vinho. Logo adiante, no Sítio Bom Retiro, é hora de comprar vinhos e cachaças especiais. Em ambos os casos, há muita história para ouvir das famílias, Dini dos queijos, e Carra dos vinhos. Geralmente tudo começa de um dom que, explorado, torna-se uma alternativa de renda, reúne familiares em torno de uma causa comum e impulsiona o turismo rural.

Suely Aparecida Campos Dini conta como o sítio foi se tornando a principal fonte de renda da família. “As terras pertenciam ao meu sogro que plantou o primeiro cafezal há uns 50 anos, depois meu marido começou a atividade leiteira com quatro vacas e ordenha manual. Quando aposentei, resolvi fazer cursos de derivados do leite e a melhorar os queijos que já fazia, aumentou a clientela e trocamos a cidade pelo Sítio”, relata Suely. “Nos últimos 10 anos abrimos as porteiras e os grupos foram aumentando e nós aumentamos a oferta. Agora temos café da manhã e da tarde, recebemos grupos, estamos atentos à decoração e não deixamos de lado o investimento em novidades, estamos sempre aprendendo” contam a nora e o filho de Suely, Alexandra e José Antonio.

O neto, de 9 anos, Pedro Henrique já dá palpites na queijaria e “é bom de contas”, fala a mãe, Alexandra, que faz planos para a futura geração. As frentes são várias, o café não foi descuidado, tem certificação e ganhou recentemente o 1.º lugar no Concurso de Qualidade do Café de Serra Negra e o 3.º na Região. Com o prêmio a saca subiu de R$ 190,00 para R$ 400,00. Mais dinheiro para continuar investindo. No telhado da queijaria, como um cuidado na decoração, reina uma bruxinha apontando a direção do vento, bons ventos que estão trazendo renda e emprego. O contato e as reservas podem ser feitas pelo e.mail ascadi@bol.com.br telefones (19) 3892-1091 ou (19) 9171-1709.

A família Carra está na região há cinco gerações e quem procura vinho encontra da melhor qualidade, produzido com uvas vindas do rio Grande do Sul. “Cada geração tem seu lugar na adega rústica, construída em alvéolos de barro, uma curiosidade que se mistura a outros pertences da família, como máquinas de costura antigas, ferros de passar, fotos e brasões. No local é possível encontrar o vinho Porto Ânfora, uma tradição grega passada aos portugueses. O Porto Ânfora é feito com uvas desidratadas e fica enterrado em ânforas de barro por 12 meses, dando ao vinho um sabor especial.

A cachaça artesanal também tem muita procura

O Sítio Bom Retiro oferece também boas cachaças, premiadas como a feita na ocasião da inauguração do Memorial JK em Brasília. “Ganhamos em segundo lugar, entre as melhores cachaças do Brasil, as garrafas eram numeradas e, em leilão, chegaram a valer R$ 35 mil”, conta Clóvis Carra que mostra outras curiosidades como a cachaça azul, uma receita do tempo do Império, feita em homenagem a D. Pedro II e aos nobres de “sangue-azul”. A flor de laranjeira misturada à cachaça é que proporciona a coloração. A bebida deve ser servida bem gelada que é quando perde a acidez e intensifica o sabor. Ou, ainda, a Kachinello, uma receita indígena e que era oferecida antes das provas de resistência. Inicialmente feita com álcool de mandioca, no Sítio Bom Retiro ela é feita com álcool de cana, acrescido de caramelo, açúcar mascavo, licor de cacau e pó de guaraná. Segundo Clóvis Carra, “faz milagres”. O contato é sitiobomretiro@bol.com.br, telefone (19) 3892-3574.

Cavalgadas, tirolesa, trilhas: atividades que aumentam o apetite na roça

Na verdade quem procura turismo rural está sempre atrás de boas comidas, feitas em fogão a lenha. “É inevitável”, conta Claudinei Almeida, o Nei, “as cavalgadas promovidas pelo Rancho São Nicolau acabam ou começam sempre com um belo almoço servido aos domingos”. Nei é um domador de cavalos, quem se lembra do filme Encantador de Cavalos, estrelado por Robert Redford, sabe o que é a doma índia, um carinho que submete o animal e em menos de um mês um potro bravo atende todos os comandos. Nei demonstra e ensina esse e outros tipos de doma, um dos atrativos oferecidos no rancho.

“Sempre recebi visitantes à procura de maior contato com cavalos e com a vida no campo. Aí fui aumentando a oferta com compra e venda de animais, equitação, construi o restaurante com verba do Pronaf. Diversifiquei, mas não quero perder a rusticidade”, conta Nei que oferece também ecoterapia, uma terapia com cavalos destinada ao tratamento de pessoas com necessidades especiais. A parceria com hotéis e pousadas permite cavalgadas de longa distância com paradas agendadas, tanto para grupos experientes como para iniciantes. Nei tem investido em divulgação e parceria com outros que estão fazendo do turismo rural a sua principal atividade econômica. O Rancho São Nicolau fica em Águas de Lindóia e está cadastrado no site oficial da cidade. Os contatos também podem ser feitos pelo celular (19) 9798-4803.

Em Águas de Lindóia, Joel Raimundo de Souza, procurava apenas oferecer uma vida mais saudável à família e acabou encontrando no Sítio Monte Alegre todos os ingredientes de sucesso para o turismo rural. “O maior ingrediente sempre foi a disposição da família em colaborar”, conta Joel que tem dado depoimentos em diversos encontros sobre turismo rural. Além de Joel, seus pais, irmãos, mulher e filhos vivem da atividade e ainda oferecem emprego a 15 funcionários. No Sítio, várias opções foram surgindo como tirolesa, passeio a cavalo, trilhas, a Venda do Zé, com produtos típicos, e o restaurante que ocupa espaço cada vez maior e oferece variedade de produtos. Contatos sitiomontealegretur@hotmail.com ou no site oficial do município de Águas de Lindóia.

Receitas de sucesso não acontecem por acaso, são fruto de treinamento e capacitação para o planejamento e gerenciamento de uma propriedade rural. Estar por dentro da legislação e também das verbas públicas destinadas ao turismo rural é importantíssimo, referendam todos os entrevistados. Em breve a CATI estará lançando uma publicação sobre o tema, com teorias, formas de obtenção de crédito e relatos sobre a atividade. O autor, o eng. agr.Ricardo Moncorvo Tonet, tem visitado com freqüência essas e outras propriedades e está apto a colaborar com os interessados em turismo rural. O técnico atende na Casa da Agricultura de Amparo, pertencente à CATI Regional Bragança Paulista, e pode ser acionado pelo e.mail ca.amparo@cati.sp.gov.br ou pelo telefone (19) 3807-3690