quarta-feira, 10 de outubro de 2012

VIII Concurso de Cachaça de Alambique - UNESP

No dia 29 de setembro de 2012 foi realizado o VIII Concurso de Cachaça de Alambique no Centro de Pesquisa da Cachaça da UNESP Araraquara.

O Departamento de Alimentos e Nutrição da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da UNESP/Araraquara, promoveu em parceria com o Sindicato Rural de Araraquara e o Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa do Estado de São Paulo (SEBRAE-SP) o VII Encontro da Cadeia Produtiva de Cachaça e o VIII Concurso de Cachaça de Alambique".

O Encontro teve o objetivo de capacitar os produtores de cachaça e assim melhorar a qualidade do produto final, criando um elo entre os detentores de tecnologia, do conhecimento de serviços, no caso a universidade, e os que necessitam aprender novas tecnologias, no caso os micro e pequenos produtores de cachaça.

Nesta edição foram abordados aspectos relacionados ao planejamento do plantio da cana de açúcar, controle da fermentação e da destilação, além do Encontro AgroSebrae, que proporcionou ao produtor um momento de troca de experiências, contatos profissionais e pessoais, além de um aprendizado na área de marketing.

Nesta ocasião. ao final deste encontro foram premiadas as melhores cachaças de alambique. Neno Campanari recebeu um troféu pelo 1ª lugar na categoria cachaça descansada.

A cachaça Campanari é produzida desde 1932 na região das águas paulista em Monte Alegre do Sul, São Paulo, pela família Campanari. É uma cachaça especial produzida em alambique de cobre com fermentação a base de milho e descansada em tonéis de carvalho, deixando um paladar marcante e aroma singular. Antonio Sérgio (Neno) Campanari está a frente da produção da cachaça que é muito apreciada na região e no estado. 

A sua produção diária é uma média de 35 litros, totalizando cerca de mil litros por mês. As vendas acontecem no próprio sítio, para os turistas que visitam o alambique e querem conhecer como se faz uma pinga artesanal. Premiada nos últimos concursos nacionais de cachaça promovidos pela Universidade de São Paulo (o Concurso de Qualidade da Cachaça, dentro do evento Brazilian Meeting on Chemistry of Food and Beverages) e também em recentes concursos paulistas de cachaça pela UNESP, a pinga artesanal é uma das mais antigas de Monte Alegre do Sul. Produzida desde 1932 pelo avô de Neno, o italiano Luigi Campanari, a receita acabou sendo repassada para vários descendentes, que montaram outros alambiques na região. As fotos dessa saga familiar estão na simpática lojinha, que expõe barris de carvalho.

Onde fica: Estrada de Monte Alegre do Sul, bairro dos Limas-Barra; (19) 3899-2583

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Alambiques de SP buscam melhorar a imagem

Em mercado dominado pelos mineiros, os produtores paulistas querem mostrar que fazem cachaça boa.


Tonéis para envelhecimento da Cachaça Elisa
Divulgação: Cachaça Elisa

São Paulo perdeu a fama de produtor de café bom porque a cultura ficou reduzida no estado, em quantidade e qualidade. Minas Gerais leva a fama, com toda justiça. São Paulo perdeu a fama de produtor de cachaça de qualidade, justamente enquanto virava um mar de cana. Minas leva a fama também. Mas aqui justiça seja feita: o interior paulista tem "branquinha" que não dá ressaca.

Falta o apreciador saber disso. É como no café. O simples consumidor bebe qualquer coisa e nem liga para a procedência. Já o apreciador sabe que o café mineiro é o melhor.

Na cachaça de alambique, a maioria pede uma marca mineira também. E até o iniciante ou curioso pede uma de lá, quando não indicada pelo garçom.

É nesse contexto de branding que os produtores paulistas de aguardente de qualidade querem aparecer mais. Construir uma imagem associada ao produto paulista, em um mercado regional mais conhecido pela bebida industrializada, classificada no meio como de "coluna".

No âmbito da Associação Paulista dos Produtores de Cachaça de Alambique (APPCA) ninguém desconhece que esse trabalho levará tempo. "Qualidade temos, reconhecimento também temos de algumas marcas premiadas, mas estamos muito atrasados mercadologicamente", diz o presidente Reinaldo Annicchino, para quem o atraso é em relação aos mineiros.

Não é uma questão de duelar com a concorrência. Trata-se de seguir um exemplo iniciado em Minas há 15 anos e aceitar que em um setor pequeno, ainda que em ascensão, abrir espaço em meio a um market share de origem dominado por várias marcas – algumas campeãs – exigirá um esforço redobrado.

AGREGAÇÃO DE MARCAS

O desafio, na opinião de outro produtor, Christian Johnson, é mais união e agregação de valor na qualidade da origem, não apenas em marcas comerciais individualmente. Isso teria que passar por cima dos egos dos produtores, que acabam disputando entre si qual faz a melhor cachaça.

"Tem muita marca. Na Escócia", exemplifica o dono da Cachaça Elisa, "milhares de produtores de uísque abandonaram suas marcas próprias e entregam seus produtos a associações que trabalham com poucas marcas". Algo já experimentado pela Coopercachaça, de Salinas, no norte de Minas.

Numa atividade que para alguns é hobby, para outros status, misturando na maioria dos casos tradição de gerações, deixar de ser visto individualmente é como profanar a boa pinga com groselha.

Mas esse conceito de unir sinergias comerciais e de marketing, ao invés de dispersar as forças e continuar no gueto, é algo comum em setores e em empresas. Mesmo os grandes não conseguem carregar custos de produtos sem escala durante muito tempo.

O alambique de Johnson, em Patrocínio Paulista, movido a 12 hectares de cana própria, tem capacidade para 400 mil litros por safra, mas está longe disso. Alcança 50 mil. Como também é o caso de Annicchino, presidente da APPCA. Sua Cachaça do Rei, nas versões envelhecida e pura, de Capivari, somam 15 mil litros atualmente, "mas poderia triplicar se houvesse mais comercialização".

Ficar correndo atrás de empórios gourmets, lojas diferenciadas, pontos de degustação – leia-se cachaçarias e botecos da moda – é o que resta para os produtores. Uma rede pequena demais de canais para dar vazao satisfatória para todos e, como já dito, que estão chegando com atraso.

Apesar de esperar mais do conjunto dos alambiqueiros - prova disso é que a entidade já chegou a 20 associados e hoje soma 13, com aproximadamente 500 mil litros de produção -, Reinaldo Annicchino igualmente tem esperança em dois pontos de apoio o setor em São Paulo.

IMAGEM E PREÇOS

Um é o trabalho de melhoramento com Universidade de São Paulo, campus São Carlos, que pode resultar em um Selo de Qualidade, e o outro é a retomada do apoio do Sebrae, abortado há alguns anos por conta de problemas internos na instituição de fomento.

A questão preço também acaba sendo um obstáculo para a pinga de alambique ganhar mais balcão. Algumas são vendidas ao consumidor a preço de uísqe 12 anos, como algumas mineiras mais conhecidas, como a Espírito de Minas ou Salinas.

Além da falta de padrão comercial e de mais concorrentes fortes, a carga tributária impõe um custo de 34% ao produto artesanal. O presidente da APPCA afirma que a pinga "ruim" industrializada paga R$ 0,34 por litro de Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), contra R$ 2,90 da de alambique.

"Ninguém consegue entender", lamenta Annichino. A falta de isonomia deve ser porque a "caninha" popular tem produção absoluta muitíssimo superior - cerca de 70% dos 1,4 bilhão de litros, segundo cálculo do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac) – e seu processo produtivo a caracteriza como industrial de fato e de direito.

Números confiáveis só de exportação

O setor de cachaça no Brasil é terra de ninguém em termos de radiografia. Os únicos números confiáveis são de exportação, registrados oficial e obrigatoriamente. Mesmo os grandes grupos não abrem seus números, que dirá os milhares de micros e pequenos produtores. A informalidade corre solta também. Em número de marcas, fala-se de quatro a oito mil marcas, em cerca de 40 mil produtores. O Ibrac também estima um faturamento de R$ 7 bilhões anuais. No mercado externo, em 2011 o Brasil faturou US$ 17,3 milhões, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Em 2102, até julho, foram exportados US$ 7 milhões, quase US$ 2 milhões a menos que no mesmo período do ano anterior.

A crise dos grandes compradores internacionais pode estar afastando os "pingaiadas", mas o obstáculo lá fora é quase a imagem e semelhança do que acontece aqui dentro com os alambiques de São Paulo.

Apesar da oficialização cachaça como bebida nacional e de algumas vitórias internacionais – Washington está para reconhecer como bebida genuinamente brasileira e uma empresa japonesa perdeu os direitos indevidos de explorar o nome cachaça no mundo – o produto está atrasado em relação à Tequila (México), Pisco (Chile) e Saquê (Japão).

O aguardente tem que romper a barreira do mercado e sair do domínio de poucos apreciadores. E, na maioria dos casos, vender no private label, que é o mercado de marca própria dos bons clientes, com exceção das grandes marcas industrializadas, como Ypioca e Sagatiba.

Christian Johnson já viu a sua Elisa levar a marca de um comprador nos Estados Unidos. Agora negocia com China, Bélgica e Estados Unidos, mas só o primeiro que manter a mesma identidade.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Pequena história da cachaça


O jornalista Rômulo Almeida é conhecido como um grande especialista no assunto e é dele esta pequena história da cachaça:

Os egípcios antigos dão o primeiro sinal. Curam várias moléstias, inalando vapor de líquidos aromatizados e fermentados, absorvido diretamente do bico de uma chaleira, num ambiente fechado.

Os gregos registram o processo de obtenção da ácqua ardens. A Água que pega fogo - água ardente, aparece nos registros do Tratado da Ciência escrito por Plínio, o velho, que viveu entre os anos 23 e 79 depois de Cristo. Ele conta que apanha o vapor da resina de cedro, do bico de uma chaleira, com um pedaço de lã. Torcendo o tecido obtem-se o Al kuhu.

A água ardente vai para as mãos dos Alquimistas que atribuem a ela propriedades místico-medicinais. Se transforma em água da vida. A Eau de Vie é receitada como elixir da longevidade.

A aguardente então vai para da Europa para o Oriente Médio, pela força da expansão do Império Romano. São os árabes que descobrem os equipamentos para a destilação, semelhantes aos que conhecemos hoje. Eles não usam a palavra Al kuhu e sim Al raga, originando o nome da mais popular aguardente da Península Sul da Ásia: Arak. Uma aguardente misturada com licores de anis e degustada com água.

A tecnologia de produção espalha-se pelo velho e novo mundo. Na Itália, o destilado de uva fica conhecido como Grappa. Em terras Germânicas, se destila a partir da cereja, o kirsch. Na Escócia fica popular o Whisky, destilado da cevada sacarificada.

No extremo Oriente, a aguardente serve para esquentar o frio das populações que não fabricam o Vinho de Uva. Na Rússia a Vodka, de centeio. Na China e Japão, o Sakê, de arroz.

Portugal também absorve a tecnologia dos árabes e destila a partir do bagaço de uva, a Bagaceira.
Os portugueses, motivados pelas conquistas espanholas no Novo Mundo, lançam-se ao mar. Na vontade da exploração e na tentativa de tomar posse das terras descobertas no lado oeste do Tratado de Tordesilhas, Portugal traz ao Brasil a Cana de Açúcar, vindas do sul da Ásia. Assim surgem na nova colônia portuguesa, os primeiros núcleos de povoamento e agricultura.

Os primeiros colonizadores que vieram para o Brasil, apreciavam a Bagaceira Portuguesa e o Vinho d'Oporto. Assim como a alimentação, toda a bebida era trazida da Corte.

Num engenho da Capitania de São Vicente, entre 1532 e 1548, descobrem o vinho de cana de açúcar - Garapa Azeda, que fica ao relento em cochos de madeiras para os animais, vinda dos tachos de rapadura. É uma bebida limpa, em comparação com o Cauim - vinho produzido pelos índios, no qual todos cospem num enorme caldeirão de barro para ajudar na fermentação do milho, acredita-se. Os Senhores de Engenho passam a servir o tal caldo, denominado Cagaça, para os escravos. Daí é um pulo para destilar a Cagaça, nascendo aí a Cachaça.

Dos meados do Século XVI até metade do Século XVII as "casas de cozer méis", como está registrado, se multiplicam nos engenhos. A Cachaça torna-se moeda corrente para compra de escravos na África. Alguns engenhos passam a dividir a atenção entre o açúcar e a Cachaça.
A descoberta de ouro nas Minas Gerais, traz uma grande população, vinda de todos os cantos do país, que constrói cidades sobre as montanhas frias da Serra do Espinhaço. A Cachaça ameniza a temperatura.

Incomodada com a queda do comércio da Bagaceira e do vinho portugueses na colônia e alegando que a bebida brasileira prejudica a retirada do ouro das minas, a Corte proíbe várias vezes a produção, comercialização e até o consumo da Cachaça.

Sem resultados, a Metrópole portuguesa resolve taxar o destilado. Em 1756 a Aguardente de Cana de Açúcar foi um dos gêneros que mais contribuíram com impostos voltados para a reconstrução de Lisboa, abatida por um grande terremoto em 1755.

Para a Cachaça são criados vários impostos conhecidos como subsídios, como o literário, para manter as faculdades da Corte.

Como símbolo dos Ideais de Liberdade, a Cachaça percorre as bocas dos Inconfidentes e da população que apoia a Conjuração Mineira. A Aguardente da Terra se transforma no símbolo de resistência à dominação portuguesa.

Com o passar dos tempos melhoram-se as técnicas de produção. A Cachaça é apreciada por todos. É consumida em banquetes palacianos e misturada ao gengibre e outros ingredientes, nas festas religiosas portuguesas - o famoso Quentão.
No século passado instala-se, com a economia cafeeira, a abolição da escravatura e o início da república, um grande e largo preconceito a tudo que fosse relativo ao Brasil. A moda é européia.
Em 1922, a Semana da Arte Moderna, vem resgatar a brasilidade nos campos literário e das artes plásticas. No decorrer do nosso século, o samba é resgatado. Vira o carnaval. Nestas últimas décadas a feijoada é valorizada como comida brasileira especial. A Cachaça ainda tenta desfazer preconceitos e continuar no caminho da apuração de sua qualidade.

Hoje, várias marcas de alta qualidade figuram no comércio nacional e internacional e estão presentes nos melhores restaurantes e adegas residenciais pelo Brasil e pelo mundo.

sábado, 25 de agosto de 2012

4ª Festa da Cachaça de Monte Alegre do Sul


19ª Festa do Morango e 4ª Festa da Cachaça de Monte Alegre do Sul ganham pavilhão de exposições
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A Prefeitura Municipal de Monte Alegre do Sul e a Coca-Cola FEMSA Brasil promovem a 19ª Festa do Morango e 4ª Festa da Cachaça, nos dias 25 e 26 de agosto; 01, 02, 07, 08 e 09 de setembro. Com entrada gratuita e aberto das 10h às 18h, o tradicional evento no Circuito das Águas Paulista será transferido este ano da região central da cidade para um pavilhão especialmente projetado para receber os expositores, as atrações e o grande número de turistas que habitualmente prestigia a festa.
Localizado no Parque Ecológico do Camanducaia (bairro do Falcão, ao lado da Estrada Municipal Nelson Taufic Nassif), o recinto dispõe de área  coberta de 1.200 m² e área descoberta de 4.033 m², divididas por setores como:

boxes para comercialização do morango in natura, compotas e licores; barracas para comercialização de mais de 40 tipos de doces produzidos pelas doceiras do município; box para degustação e comercialização de cachaça e derivados; parque de diversões; praça de alimentação com restaurante e boxes para venda de lanches, doces e bebidas; palco para apresentação de shows e grupos culturais; mini-alambique e plantio de morango para visitação; e exposição de mini-pôneis, há ainda uma área de estacionamento com cerca de 8.000 m².

“A Festa do Morango e da Cachaça é uma importante parceria com a Prefeitura de Monte Alegre do Sul e está alinhada com os nossos objetivos de incentivar e valorizar tradicionais eventos turísticos e culturais nas regiões atendidas pelo grupo”, afirma Luiz Fernando Sardinha, diretor comercial da Coca-Cola FEMSA Brasil, maior engarrafadora de Coca-Cola do mundo em volume de vendas e distribuidora do portfólio de cervejas da Cervejaria Heineken.

“O evento atrai anualmente uma grande população de visitantes e turistas em busca de lazer e diversão, que devem ficar satisfeitos com todos os serviços e produtos oferecidos. Por isso, buscamos o apoio da Coca-Cola FEMSA Brasil na realização da tradicional festa do município”, enfatiza Carlos Alberto Aparecido de Aguiar, prefeito de Monte Alegre do Sul.  Em Monte Alegre do Sul foram realizados os primeiros plantios de morango no Estado de São Paulo.

A Festa do Morango, criada em 1994, procurou valorizar esse vínculo histórico e ajudou a alavancar a produção da fruta na região, contribuindo ainda para projetar o nome do município no cenário turístico nacional. No evento, além da presença de produtores que expõem e vendem variedades de morango, é possível encontrar uma grande diversidade de derivados da fruta, produzidos e comercializados por doceiras da cidade.

Em relação à cachaça, Monte Alegre do Sul possui 57 alambiques artesanais, responsáveis por uma produção anual da ordem de 500 mil litros da bebida. A cidade tornou-se produtora de cachaça a partir de 1905, quando os italianos trouxeram seus conhecimentos nesse segmento para a região. O método para destilar a bebida é o mesmo de antigamente, em alambiques de cobre e com fermento natural.

Desde 2003 existe a Aprocamas (Associação dos Produtores de Cachaça de Monte Alegre do Sul e Região) e em 2009 foi criada a Festa da Cachaça, para exposição e venda do produto e derivados.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Cachaça Brisa

Produzida na cidade de Monte Alegre do Sul (no coração da Serra da Mantiqueira) encravada nas montanhas entre São Paulo e Minas Gerais, no Circuito das Aguas mais puras deste nosso Brasil.

A Cachaça Brisa tem o prazer de convidá-los para o seu novo lançamento: uma nova família de cachaça, sendo: uma envelhecida em toneis de Balsamo, madeira tipicamente brasileira e outra descansada em dornas de aço inoxidável.

Esta nova família, além de seguir um padrão de altíssimo nível de qualidade com baixo teores de congêneres, vem para valorizar o que é nosso, o nosso país, o Brasil.


Vá visitá-los a partir do dia 7 de setembro de 2012 e degustar os seus novos produtos.

Brisa da Serra Indústria, Comércio, Importação e Exportação de Bebidas Ltda.
Av. Deputado Narciso Pieroni, 588 - Distrito das Mostardas - Monte Alegre do Sul - SP Fone: +55 19 3899-2940 - www.cachacabrisa.com.br