domingo, 3 de outubro de 2010

QUEIJOBOM CENTER


Av. Monte Sião, 750 - Águas de Lindóia - SP - Tel: (19) 3824-1303

A idéia do nome era vender produtos conforme os fregueses pediam.
--- Você tem Queijo do Bom?
--- Sim, temos Queijo Bom!

Isto foi por volta de 1970, revendendo o produto de uma região famosa que é Poço Fundo, no sul de Minas Gerais; deu sorte o Queijo Bom era bom de verdade!

Cliente satisfeito, único na praça, hoje tem uma dúzia, e o Queijobom creceu mais, e continua com a mesma tradição de 1970, só vendendo o produto que lhe deu o nome.

Há mais de 30 anos na cidade de Águas de Lindóia, a apenas 2 horas da Capital de São Paulo. Nestes anos todos tem sido nacionalmente conhecido principalmente pela qualidade do queijo que comercializa vindos diretamente de produtores fiéis do sul de Minas Gerais.

O Queijobom é um ponto de referência e encontro de viajantes que passam pela região, grupos de turistas de todas a idades em busca das maravilhosas águas e compras de malhas não só da cidade, como da vizinha Monte Sião.

É com orgulho que o Queijobom tenha atingido este grau de divulgação e prima pelo atendimento aos consumidores, variedades de produtos como diversos tipos de queijos, vinhos, cachaça e licores, biscoitos e doces de todos os tipos organizados e distribuidos na sua grande loja.

Conta com um amplo estacionamento para ônibus de turismo e automóveis.

Quando estiver na região, faça uma visita. Será impossível não levar para casa um pouquinho das das suas delícias!

Le Caffè de Serra Negra SP, é certificada na categoria Casa de Café Premium pela ABIC

ABIC certifica única cafeteria na categoria Casa de Café Premium do interior do Estado de São Paulo -Serra Negra /SP

LE CAFFÈ OBTÉM CERTIFICAÇÃO NACIONAL DE QUALIDADE

O Le Caffè nasceu em 2005, em Serra Negra, sendo a primeira casa especializada em café na cidade e pioneira também ao introduzir novos hábitos à um público, até então, carente da cultura do café gourmet. Apaixonadas por café, as proprietárias, a barista e degustadora Ana Martin e a consultora nutricional e barista Savine Frida, desejavam, então, oferecer à cidade um espaço diferenciado e inovador: uma verdadeira cafeteria, proporcionando o melhor do café brasileiro.

Com uma identidade definida e estilo próprio, o Le Caffè desenvolveu um trabalho de educação para o consumo de café de qualidade e conseguiu provar que “café não é tudo igual”, se tornando em pouco tempo, referência em cafeteria na região e agradando aos mais variados perfis de apreciadores.

Muito mais do que servir o melhor espresso, a proposta da cafeteria é introduzir o cliente no mundo do café, através dos sentidos. Inebriado pelo aroma que envolve o ambiente, o cliente recebe orientações de baristas treinadas sobre degustação, qualidade, características do café através de folhetos, quadros expositores e amostras de grãos, além de dicas de preparo em casa.

Com ambiente charmoso e aconchegante, a decoração tem como tema principal o café e se destaca também pelos objetos antigos que proporcionam uma viagem ao passado. O espaço oferece ambiente interno climatizado, ambiente externo, música agradável, DVD, jogos de entretenimento, revistas e jornais para leitura, além de um pequeno acervo de livros sobre café e outros temas, disponível para os clientes.

A cafeteria oferece também café em grão ou moído (em moagens especiais para coador, cafeteira italiana ou máquina de “espresso”) para o cliente que deseja degustá-lo em casa.

Endereço certo para reuniões descontraídas, degustar um verdadeiro café especial ou, simplesmente, resgatar boas lembranças, o Le Caffè vem se firmando também como uma referência turística em Serra Negra.

Café

Da máquina italiana La Spazialle, é extraído o cremoso “espresso” gourmet da marca D’Oraggio, um estate coffee produzido a uma altitude de 1.000 m, nas montanhas de Serra Negra (Certificação: UTZ Kapeh; Categoria ABIC: Gourmet )

Cardápio

Refletindo a identidade da casa, o cardápio diferenciado e com constantes inovações apresenta mais de cinqüenta opções de bebidas com café: “espressos” tradicionais e especiais, drinks com café, mochas e cappuccinos quentes e gelados, além de chocolates, chás especiais e sodas, entre outros.

Além dos prazeres do café, o cardápio oferece entre outras opções, uma grande variedade de bolos e tortas artesanais, sendo que a maioria das receitas só podem ser degustadas aqui, por serem receitas exclusivas de família.

Destaque: Torta de banana com doce de leite, torta de pêra, bolo dos deuses (com nozes, pedaços de chocolate branco e escuro e mascavo) servido com hot fudge.

CERTIFICAÇÃO PROGRAMA CÍRCULO DO CAFÉ DE QUALIDADE - ABIC

Em novembro de 2009, o Le Caffè recebeu a certificação do programa CCQ da ABIC, sendo qualificada como CASA DE CAFÉ PREMIUM, a categoria máxima do programa, conferida ao estabelecimento que além de atender a todos os requisitos obrigatórios da Norma de Referência para essa certificação, possui ainda itens diferenciadores em relação ao mercado.

A ÚNICA cafeteria do interior do estado de São Paulo, certificada nessa categoria.

INDICAÇÃO GUIA QUATRO RODAS

A ÚNICA cafeteria indicada pelo Guia Quatro Rodas, pelo terceiro ano consecutivo, na região do Circuito das Águas (que compreende 8 cidades: Amparo, Águas de Lindóia, Lindóia, Jaguariúna, Monte Alegre do Sul, Pedreira, Socorro e Serra Negra).

A grandeza e beleza paulista


São Paulo é mais do que um estado; é um estado superlativo. Tem a maior população (40 milhões) dentre todos os estados brasileiros, o maior parque industrial, a maior produção agropecuária, a maior produção econômica, o maior número de imigrantes e é o estado mais cosmopolita da América do Sul.

Tem, também, excelentes opões de turismo, tanto no interior como em seu litoral com mais de 600 quilômetros de praias, que se estende de Ubatuba, no norte, a Cananéia, no sul. E, é claro, uma rica gastronomia, que mistura as heranças dos índios e dos bandeirantes, com as colonizações italiana, portuguesa e japonesa, para ficar apenas nesses povos.

Mercadão, símbolo da gastronomia paulistana

Índios, bandeirantes, tropeiros, colonizadores, todos foram deixando suas marcas na culinária paulista. Assim é o azul-marinho de Ubatuba, prato genuinamente caiçara; ou o afogado, de Paraibuna, herança portuguesa e escrava; o virado paulista, comida dos tropeiros; e a lingüiça de Bragança, receita italiana.

O virado paulista

São Paulo é, ainda, o maior produtor de cachaça industrial do Brasil e tem uma importante produção de cachaça artesanal, com alambiques e engenhos espalhados por todo o estado, como é o caso de Monte Alegre do Sul, onde se encontram mais de 60 alambiques artesanais. Diga-se de passagem que a cachaça é de origem paulista e nasceu em um engenho na Capitania de S. Vicente, entre 1532 e 1548, da cana-de-açúcar trazida da Ásia pelos portugueses. A Vila de São Vicente foi o berço da colonização em São Paulo.

O agronegócio influencia a economia paulista e começa a ser visto, também, como potencial turístico, tanto que nove municípios, com o apoio do Governo do Estado e do Sebrae-SP, criaram o Circuito das Frutas, com belos passeios por fazendas, sítios e pomares de goiabas, lichias,maracujás, pêras japonesas.

Na capital, o turista se delicia com a feijoada, o virado e as cores e sabores do Mercadão, prédio de arquitetura neobarroca construído entre 1926 e 1933 e restaurado em 2004.
Chico Junior

Precipitação de dextranas prejudica aceitação de bebida

Por Júlio Bernardes - jubern@usp.br
Imagem cedida pelo pesquisador
Publicado em 16/agosto/2010
Editoria : Tecnologia
No Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP, o químico Francisco Wendel Batista de Aquino investigou a formação de precipitados de dextranas na aguardente adoçada. O precipitado, na forma de flocos esbranquiçados, prejudica o aspecto visual da bebida e sua aceitação comercial. O estudo sugere um maior controle de qualidade no açúcar adicionado na produção de aguardente, além de um período prévio de estocagem antes da comercialização, para verificar indícios de precipitação.

Formação de precipitado pode levar de três a seis meses após adoçagem da aguardenteAs dextranas são polímeros resultantes do metabolismo de bactérias como o Leuconostoc mesenteroides amplamente disseminadas nos canaviais. “Estes microorganismos contaminam a cana-de-açúcar no campo e metabolizam a sacarose presente na cana”, relata Aquino. “A alta massa molar das dextranas impede que estes compostos cheguem à aguardente através da destilação.” Por essa razão, somente a bebida adoçada após a destilação apresenta os polímeros em maior ou menor quantidade, dependendo da qualidade do açúcar utilizado.

Embora as dextranas sejam inofensivas para a saúde humana, a sua precipitação leva a formação de um precipitado esbranquiçado dentro da bebida, o que prejudica a aceitação do produto junto ao consumidor. No início, o trabalho determinou a distribuição de massa molar médio das moléculas de dextranas mais frequentemente encontradas no açúcar brasileiro. “Por ser um polímero, existe uma natural variação na sua distribuição de massa, e quanto maior esta massa, maior será a sua insolubilidade em etanol”, explica o pesquisador. “Essa diferença também faz com que varie o tempo para a percepção de sua precipitação.”

Em seguida, foram realizados ensaios com soluções modelo adicionadas de padrões de dextranas com massas molares representativas das dextranas mais comumente encontradas no açúcar utilizado pelos produtores de aguardente. A precipitação foi acompanhada ao longo do tempo, em função de parâmetros de temperatura, acidez, presença de metais e variação da massa molar das dextranas. “A precipitação não é instantânea”, revela Aquino. “Mesmo com uma apreciável quantidade de dextranas na bebida, inicialmente acontece o aumento da sua turbidez antes da deposição do precipitado, o que pode levar cerca de três a seis meses.”

Armazenagem

Segundo a pesquisa, a diminuição da temperatura de estocagem e a queda de acidez também são fatores que favorecem a precipitação. Entretanto, Aquino afirma que a ausência de precipitação durante as primeiras semanas após o engarrafamento da aguardente adoçada não garante que o problema não se manifeste com o decorrer do tempo.

“Entende-se o lado econômico dos fabricantes de aguardente de cana, mas seria interessante para os produtores que não dispusessem de informações sobre a concentração e a distribuição de massa das dextranas presentes no açúcar, que seu estoque fosse monitorado por um período de pelo menos 90 dias, onde a não detecção de precipitados lhes forneceria uma razoável margem de segurança quanto a não ocorrência deste problema”, observa o químico. “Por isso, o controle de qualidade do açúcar usado na produção da bebida é fundamental.”

“É importante ressaltar que a adição de açúcar na aguardente é permitida pala legislação brasileira e o consumo de uma aguardente adoçada é questão de preferência do consumidor”, aponta o pesquisador. “Entretanto, o ideal seria a não adoçagem da bebida, pois além da ausência do problema da formação de flocos, outras características sensoriais de uma boa aguardente como uma baixa acidez seriam ressaltadas.”

Aquino realizou a pesquisa no Laboratório para o Desenvolvimento da Química da Aguardente (LQDA) do IQSC, coordenado pelo professor Douglas Wagner Franco. Os estudos devem prosseguir visando o desenvolvimento procedimentos que possuam levar a redução do problema mesmo quando da adoçagem da aguardente.

sábado, 2 de outubro de 2010

Uísque mais caro do mundo será leiloado em novembro

(Por Rafael Kato)


A garrafa de uísque mais cara do mundo será leiloada em 15 de novembro pela casa Sotheby’s, em Nova York. Produzida com apenas um tipo de malte pela escocesa Macallan, a bebida tem preço inicial estimado em US$ 150 mil.

O motivo para o preço começa na própria garrafa, uma peça de cristal Lalique. O segundo está na bebida em si: o malte foi envelhecido por 64 anos. A bebida realizou um tour por centros de luxo nos últimos meses, em uma tentativa de atrair compradores.

“Para marcar o aniversário de 150 anos do nascimento de René Lalique, um dos artesãos mais famosos da arte do cristal, nós combinamos a criatividade e a habilidade da Macallan e da Lalique para produzir o decantador mais valioso do mundo do uísque. Um decantador feito pela Lalique usando o procedimento “cera perdida” para criar, verdadeiramente, uma peça única de arte”, afirma a empresa de bebidas.

Todo o dinheiro arrecadado será revertido para uma ONG que leva água às regiões subdesenvolvidas.